
A eliminação do Santos na quinta-feira selou dois fatos que não se viam na Copa Libertadores desde os tempos que a competição era disputada por apenas dois representantes de cada país. Com a queda do alvinegro, o torneio verá sua semifinal com quatro representantes de países diferentes desde o inchaço do evento e também sem um time paulista após uma década.
Em 2008, o título ficará entre um representante do Brasil (Fluminense), da Argentina (Boca Juniors), do Equador (LDU) e do México (América). A última vez que a Libertadores viu isso foi em 1999, quando houve um argentino (River Plate), um brasileiro (Palmeiras), um colombiano (Deportivo Cali) e um paraguaio (Cerro Porteño).
Na temporada seguinte, a Conmebol optou por inchar a competição de 23 para 34 times, permitindo que Brasil e Argentina, por exemplo, tivessem ao menos quatro equipes. A partir daí, em todas as edições, a semifinal teve dois times de um mesmo país e na maioria das oportunidades dois brasileiros, único país, inclusive, a ter duas finais com suas equipes.
Em 2000, Corinthians e Palmeiras decidiram uma vaga na decisão, com os palmeirenses triunfando na cobrança de pênaltis, após a defesa de Marcos em penalidade de Marcelinho. Na final, porém, o alviverde viu o bicampeonato escapar diante do Boca Juniors, que havia superado o América, do México, na etapa anterior.
Na próxima edição, foi a vez de a Argentina ver Boca Juniors e Rosario Central entre os quatro melhores, sendo que o primeiro ficou com a taça, após vencer o Cruz Azul, que eliminara o Rosario na semifinal. O Palmeiras voltou a sucumbir diante do Boca.
São Caetano e Grêmio foram às semifinais em 2002, mas o time paulista caiu na decisão diante do Olímpia, que havia sido justamente o carrasco do tricolor gaúcho. Já em 2003, a Colômbia comemorou um feito inédito com o avanço de Independiente Medellín e América de Cali às semifinais, mas os dois foram eliminados por Santos e Boca Juniors, respectivamente. Na decisão, novo triunfo argentino sobre um brasileiro.
Em 2004, a Libertadores ganhou mais dois participantes, mas a escrita dos paulistas e das semifinais prosseguia com o São Paulo, e os argentinos Boca Juniors e River Plate. Porém a taça ficou com a zebra colombiana Once Caldas.
Na edição seguinte, a organização deu espaço para mais dois times e ainda criou uma fase preliminar de mata-mata. Quem se deu bem foi o Brasil, que fez duas finais seguidas. Em 2005, São Paulo e Atlético-PR decidiram a taça, após baterem River Plate e Chivas Guadalajara, respectivamente. Na outra edição, os são-paulinos voltaram à final atrás do bi, mas caíram diante do Inter. Antes, eles haviam eliminado Chivas e Libertad, do Paraguai.
No ano passado, o duelo brasileiro acabou sendo nas semifinais, resultado da mudança do regulamento que impedia decisões de times do mesmo país. O Grêmio eliminou o Santos, mas perdeu do Boca Juniors na final. Agora, porém, a semifinal não terá paulistas, nem times do mesmo país. Cabe agora ao Fluminense acabar com a fama dos brasileiros de serem fregueses do Boca. O vencedor pega LDU ou América.
A última vez que o estado de São Paulo havia ficado fora dos quatro melhores, quando disputou a Libertadores, foi em 1996 com a queda do Corinthians nas quartas-de-final diante do Grêmio. Mesmo antes do inchaço, o estado ainda acabou indo para as semifinais com o Palmeiras em 1999. Nas duas edições anteriores (1997 e 1998), São Paulo não teve equipes na Libertadores.
Esta é mais uma marca negativa para o estado nesta temporada. No Campeonato Brasileiro, os paulistas já haviam amargado a sua pior estréia na competição, quando Palmeiras, Portuguesa, Santos e São Paulo somaram apenas um ponto.
uol
Em 2008, o título ficará entre um representante do Brasil (Fluminense), da Argentina (Boca Juniors), do Equador (LDU) e do México (América). A última vez que a Libertadores viu isso foi em 1999, quando houve um argentino (River Plate), um brasileiro (Palmeiras), um colombiano (Deportivo Cali) e um paraguaio (Cerro Porteño).
Na temporada seguinte, a Conmebol optou por inchar a competição de 23 para 34 times, permitindo que Brasil e Argentina, por exemplo, tivessem ao menos quatro equipes. A partir daí, em todas as edições, a semifinal teve dois times de um mesmo país e na maioria das oportunidades dois brasileiros, único país, inclusive, a ter duas finais com suas equipes.
Em 2000, Corinthians e Palmeiras decidiram uma vaga na decisão, com os palmeirenses triunfando na cobrança de pênaltis, após a defesa de Marcos em penalidade de Marcelinho. Na final, porém, o alviverde viu o bicampeonato escapar diante do Boca Juniors, que havia superado o América, do México, na etapa anterior.
Na próxima edição, foi a vez de a Argentina ver Boca Juniors e Rosario Central entre os quatro melhores, sendo que o primeiro ficou com a taça, após vencer o Cruz Azul, que eliminara o Rosario na semifinal. O Palmeiras voltou a sucumbir diante do Boca.
São Caetano e Grêmio foram às semifinais em 2002, mas o time paulista caiu na decisão diante do Olímpia, que havia sido justamente o carrasco do tricolor gaúcho. Já em 2003, a Colômbia comemorou um feito inédito com o avanço de Independiente Medellín e América de Cali às semifinais, mas os dois foram eliminados por Santos e Boca Juniors, respectivamente. Na decisão, novo triunfo argentino sobre um brasileiro.
Em 2004, a Libertadores ganhou mais dois participantes, mas a escrita dos paulistas e das semifinais prosseguia com o São Paulo, e os argentinos Boca Juniors e River Plate. Porém a taça ficou com a zebra colombiana Once Caldas.
Na edição seguinte, a organização deu espaço para mais dois times e ainda criou uma fase preliminar de mata-mata. Quem se deu bem foi o Brasil, que fez duas finais seguidas. Em 2005, São Paulo e Atlético-PR decidiram a taça, após baterem River Plate e Chivas Guadalajara, respectivamente. Na outra edição, os são-paulinos voltaram à final atrás do bi, mas caíram diante do Inter. Antes, eles haviam eliminado Chivas e Libertad, do Paraguai.
No ano passado, o duelo brasileiro acabou sendo nas semifinais, resultado da mudança do regulamento que impedia decisões de times do mesmo país. O Grêmio eliminou o Santos, mas perdeu do Boca Juniors na final. Agora, porém, a semifinal não terá paulistas, nem times do mesmo país. Cabe agora ao Fluminense acabar com a fama dos brasileiros de serem fregueses do Boca. O vencedor pega LDU ou América.
A última vez que o estado de São Paulo havia ficado fora dos quatro melhores, quando disputou a Libertadores, foi em 1996 com a queda do Corinthians nas quartas-de-final diante do Grêmio. Mesmo antes do inchaço, o estado ainda acabou indo para as semifinais com o Palmeiras em 1999. Nas duas edições anteriores (1997 e 1998), São Paulo não teve equipes na Libertadores.
Esta é mais uma marca negativa para o estado nesta temporada. No Campeonato Brasileiro, os paulistas já haviam amargado a sua pior estréia na competição, quando Palmeiras, Portuguesa, Santos e São Paulo somaram apenas um ponto.
uol





Um comentário sobre “Após "inchaço", Libertadores vê 1ª semifinal com 4 países diferentes”
Que vença a LDU ...........
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