Mano Menezes e Vagner Mancini admitem fazer o perfil linha-dura, tiveram o Grêmio como primeiro desafio em um clube grande na carreira e se reencontram neste domingo, às 16 horas, no Pacaembu, em condições semelhantes. Ambos defendem longa série invicta na temporada.
O técnico corintiano disputou 16 partidas em 2009, com 10 vitórias e seis empates. Mancini não foi derrotado desde que chegou ao Santos, mas a sequência é menor em comparação a Mano. São oito jogos invictos, com seis vitórias e dois empates.
Para atingir séries positivas, os técnicos de Corinthians e Santos alegam ter investido primeiramente na defesa para organizar suas equipes. Eles, porém, divergem quando comentam sobre o oponente no banco de reservas.
Mano conta que tem estilo de comandar semelhante à de Mancini. Já Mancini não se vê muito parecido com Mano.
"O Mancini é um treinador que exige bastante da parte tática e seu trabalho tem muita semelhança com o que eu penso. Ele exige bastante no dia-a-dia e faz um trabalho sério", disse Mano.
Na primeira vez que se encontraram como técnicos, Mano se saiu melhor, vencendo o jogo entre Grêmio x Paulista, 2 a 1, no Olímpico, pelo Brasileirão da série B de 2005.
"Sinceramente acho que somos um pouco diferentes. E em outras coisas podem haver semelhanças. Tenho estudado o Mano não de agora. Ele dá ênfase na parte de marcação. Não é suicida com o time, pois não expõe seu time todo no ataque", opina Mancini.
Apesar dos discursos difusos, os dois têm em comum o fato de terem resolvidos problemas internos nos elencos, sobretudo em caso envolvendo medalhões.
Mano, por exemplo, controlou o goleiro Felipe, que chegou a ser afastado no ano passado após derrota na finalda Copa do Brasil. O clima no Corinthians é de paz, diz Ronaldo.
"Ele é um técnico que sabe fazer com que cada um renda o seu melhor sem maltratar ninguém", exalta o Fenômeno.
Já Mancini chegou ao Santos em meio ao atrito entre Fábio Costa e Fabiano Eller. O técnico santista afirma ter encerrado a confusão em apenas poucas palavras com Fábio Costa, reincidente.
"Nunca tive problemas com medalhões. O Fábio Costa mudou seu comportamento fora de campo sem que houvesse qualquer pressão minha. Ele tem me ajudado muito, dando opiniões. Ele está interessado em ser o Fábio de antes, tanto que ele já perdeu quatro quilos"
uol
O técnico corintiano disputou 16 partidas em 2009, com 10 vitórias e seis empates. Mancini não foi derrotado desde que chegou ao Santos, mas a sequência é menor em comparação a Mano. São oito jogos invictos, com seis vitórias e dois empates.
Para atingir séries positivas, os técnicos de Corinthians e Santos alegam ter investido primeiramente na defesa para organizar suas equipes. Eles, porém, divergem quando comentam sobre o oponente no banco de reservas.
Mano conta que tem estilo de comandar semelhante à de Mancini. Já Mancini não se vê muito parecido com Mano.
"O Mancini é um treinador que exige bastante da parte tática e seu trabalho tem muita semelhança com o que eu penso. Ele exige bastante no dia-a-dia e faz um trabalho sério", disse Mano.
Na primeira vez que se encontraram como técnicos, Mano se saiu melhor, vencendo o jogo entre Grêmio x Paulista, 2 a 1, no Olímpico, pelo Brasileirão da série B de 2005.
"Sinceramente acho que somos um pouco diferentes. E em outras coisas podem haver semelhanças. Tenho estudado o Mano não de agora. Ele dá ênfase na parte de marcação. Não é suicida com o time, pois não expõe seu time todo no ataque", opina Mancini.
Apesar dos discursos difusos, os dois têm em comum o fato de terem resolvidos problemas internos nos elencos, sobretudo em caso envolvendo medalhões.
Mano, por exemplo, controlou o goleiro Felipe, que chegou a ser afastado no ano passado após derrota na finalda Copa do Brasil. O clima no Corinthians é de paz, diz Ronaldo.
"Ele é um técnico que sabe fazer com que cada um renda o seu melhor sem maltratar ninguém", exalta o Fenômeno.
Já Mancini chegou ao Santos em meio ao atrito entre Fábio Costa e Fabiano Eller. O técnico santista afirma ter encerrado a confusão em apenas poucas palavras com Fábio Costa, reincidente.
"Nunca tive problemas com medalhões. O Fábio Costa mudou seu comportamento fora de campo sem que houvesse qualquer pressão minha. Ele tem me ajudado muito, dando opiniões. Ele está interessado em ser o Fábio de antes, tanto que ele já perdeu quatro quilos"
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