Desde o início da temporada, Palmeiras e São Paulo deixaram claro qual é a prioridade do ano: a conquista da Copa Libertadores. Movidos por essa obsessão, os clubes protagonizaram neste domingo um clássico que pouco interessou ao público, mas foi cheio de defesas dos goleiros e serviu até como pano de fundo para reconciliações entre os dirigentes.
O empate sem gols válido pela terceira rodada do Campeonato Brasileiro estava em segundo plano antes mesmo de seu início. Minutos após entrarem no gramado, o zagueiro Miranda e o técnico Muricy Ramalho deixaram bem claro qual era a partida mais importante da equipe tricolor na semana.
"Sei que hoje [domingo] teremos um bom jogo, mas também será um teste para quarta-feira, com certeza", afirmou o defensor, já pensando na partida contra o Cruzeiro. "Uma vitória hoje pode nos dar mais força na Libertadores. Mas são dois times fortes e que estão buscando se reafirmar", completou o treinador.
Apesar de ter divulgado previamente que 13 mil ingressos já tinham sido vendidos, a diretoria do Palmeiras anunciou público de apenas 12 mil pessoas no jogo deste domingo. Público bem abaixo da média do clássico no ano de 2008, que chegou a 28.443 pagantes. No Paulistão desta temporada, quando o São Paulo venceu por 1 a 0, 18.289 torcedores foram ver o triunfo tricolor.
Fora do estádio, a nota triste ficou por conta da briga generalizada, e marcada com antecedência pela internet, entre grupos rivais de palmeirenses e são-paulinos. Cerca de 160 torcedores foram detidos pela Polícia Militar e outros 30 acabaram feridos, além de dois policiais. Todos sem gravidade.
Entre os dirigentes o clima era o melhor possível após um ano de 2008 marcado por declarações ríspidas entre cartolas de Palmeiras e São Paulo. O auge da tensão foi o episódio do gás de pimenta no vestiário tricolor, em partida válida pela semifinal do Campeonato Paulista do ano passado.
Neste domingo, o superintendente do São Paulo, Marco Aurélio Cunha, revelou que o gerente de futebol do Palmeiras, Toninho Cecílio, entrou em contato durante a semana com a diretoria rival para selar o bom relacionamento entre os times no clássico e questionar se os são-paulinos queriam algo no Palestra Itália.
Ao final do jogo, um bilhete assinado pelo presidente são-paulino Juvenal Juvêncio na parede do vestiário tricolor consolidava a paz. "Obrigado, Belluzzo", dizia a nota, agradecendo ao presidente do Palmeiras, Luiz Gonzaga Belluzzo, pela recepção oferecida pelos palmeirenses. Juvêncio prometeu até enviar um presente.
Com a rivalidade controlada, pouca torcida e um clássico sem grandes atrativos, o que se viu foi um show à parte dos goleiros Marcos e Denis. Ambos impediram que a partida cheia de oportunidades para os dois lados tivesse algum gol. "Os dois times fizeram o possível para ganhar o jogo e procuraram o gol o tempo todo. Fazia tempo que eu não via um clássico tão aberto. Quem não veio perdeu um grande jogo", concluiu Muricy Ramalho.
"Sei que hoje [domingo] teremos um bom jogo, mas também será um teste para quarta-feira, com certeza", afirmou o defensor, já pensando na partida contra o Cruzeiro. "Uma vitória hoje pode nos dar mais força na Libertadores. Mas são dois times fortes e que estão buscando se reafirmar", completou o treinador.
Apesar de ter divulgado previamente que 13 mil ingressos já tinham sido vendidos, a diretoria do Palmeiras anunciou público de apenas 12 mil pessoas no jogo deste domingo. Público bem abaixo da média do clássico no ano de 2008, que chegou a 28.443 pagantes. No Paulistão desta temporada, quando o São Paulo venceu por 1 a 0, 18.289 torcedores foram ver o triunfo tricolor.
Fora do estádio, a nota triste ficou por conta da briga generalizada, e marcada com antecedência pela internet, entre grupos rivais de palmeirenses e são-paulinos. Cerca de 160 torcedores foram detidos pela Polícia Militar e outros 30 acabaram feridos, além de dois policiais. Todos sem gravidade.
Entre os dirigentes o clima era o melhor possível após um ano de 2008 marcado por declarações ríspidas entre cartolas de Palmeiras e São Paulo. O auge da tensão foi o episódio do gás de pimenta no vestiário tricolor, em partida válida pela semifinal do Campeonato Paulista do ano passado.
Neste domingo, o superintendente do São Paulo, Marco Aurélio Cunha, revelou que o gerente de futebol do Palmeiras, Toninho Cecílio, entrou em contato durante a semana com a diretoria rival para selar o bom relacionamento entre os times no clássico e questionar se os são-paulinos queriam algo no Palestra Itália.
Ao final do jogo, um bilhete assinado pelo presidente são-paulino Juvenal Juvêncio na parede do vestiário tricolor consolidava a paz. "Obrigado, Belluzzo", dizia a nota, agradecendo ao presidente do Palmeiras, Luiz Gonzaga Belluzzo, pela recepção oferecida pelos palmeirenses. Juvêncio prometeu até enviar um presente.
Com a rivalidade controlada, pouca torcida e um clássico sem grandes atrativos, o que se viu foi um show à parte dos goleiros Marcos e Denis. Ambos impediram que a partida cheia de oportunidades para os dois lados tivesse algum gol. "Os dois times fizeram o possível para ganhar o jogo e procuraram o gol o tempo todo. Fazia tempo que eu não via um clássico tão aberto. Quem não veio perdeu um grande jogo", concluiu Muricy Ramalho.





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