Se ficar no Fla, Sheik abre mão 75% do que ganhará se for para o Al-Ahli
Emerson disputa a bola com Everton Silva durante treino do Flamengo
O excesso de zeros seduz, mas o amor ao Flamengo e a vontade da família podem e devem fazê-lo ficar. Em menos de três meses, Emerson novamente se depara com uma proposta milionária do mundo árabe capaz de alterar seu rumo.
A primeira, do Al-Shabbab, ele recusou. Mas agora o Al-Ahli, campeão dos Emirados Árabes e garantido no próximo Mundial Interclubes, acena com uma oferta de R$ 12,5 milhões por dois anos de contrato. Se permanecer na Gávea, ele receberá o equivalente a pouco menos de 25% deste valor no mesmo período. A diferença é brutal, mas ele dificilmente deixará o Rubro-Negro.
- De primeira? Achei que essa seria a terceira pergunta (risos). Mas falando sério larguei tudo nas mãos do meu procurador, até porque estou muitoconcentrado no jogo de domingo. Nada vai me atrapalhar até lá. E, depois, eu dou mais detalhes do meu futuro – pediu Sheik, 30 nos, e que atuou por 11 anos fora do país e chegou à Gávea em abril.
Considerado “imprescindível” por Andrade, o jogador tem uma multa rescisória que beira os R$ 16 milhões, mas a proposta inicial dos árabes ficou longe deste valor. Ainda alheio aos acontecimentos, o técnico trabalha com a hipótese de perde um de seus titulares absolutos.
- Não vai ter como segurar se a proposta for boa para o clube e para o jogador. Essa janela quando abre é um perigo. O ideal é ter peças de reposição – disse o treinador rubro-negro.
globo





Nenhum comentário sobre “Emerson admite assédio de árabes e promete resposta no domingo”
Faça seu comentário
BLOG DE ESPORTES COM ATUALIZAÇÕES DIÁRIAS, ABERTO A QUALQUER TIPO DE COMENTÁRIO SOBRE O ESPORTE NACIONAL E INTERNACIONAL, COMENTE SEM POUPAR PALAVRAS. AGRADECE O BLOG DO TORCEDOR.