Emerson Fittipaldi é homenageado em evento nos Estados Unidos
Na chuva, Vettel controla Alonso e se torna o mais jovem tricampeão da F-1
Não queremos dois galos no galinheiro, diz Ferrari ao renovar com Massa
| Valdrin Xhemaj - 11.jun.11/Efe | ||
| Felipe Massa, Sebastian Vettel e Fernando Alonso ao final do treino classificatório para o GP do Canadá |
Galvão prepara livro para 2013 com fatos inéditos na intimidade com Senna e Pelé
É o momento da virada para Massa, diz chefe da Ferrari
| Claude Paris/Associated Press | ||
| O piloto Felipe Massa, da Ferrari, durante o GP de Mônaco |
Ferrari pressiona Massa e faz comparação pública com Alonso
| Andreu Dalmau - 11.mai.12/Efe |
| O piloto Felipe Massa, da Ferrari |
Cansado de tentar amizade, Barrichello diz que Schumacher será lembrado por coisas ruins
Em uma entrevista à revista “Playboy”, o piloto da equipe KV Racing fala, entre outras coisas, sobre a relação com o heptacampeão mundial da F-1 e ex-companheiro de Ferrari, Michael Schumacher.
O brasileiro demonstra ainda mágoa com uma manobra do rival no GP da Hungria, em 2010, que o colocou em risco e quase o fez bater no muro. “A volta do Schumacher, para mim, praticamente desvendou um mistério que há muito se formava”, disse.
O brasileiro e o alemão chegaram a aparecer juntos em revistas e demonstrar uma amizade que em muitos momentos foi questionada. Barrichello diz que tentou ser amigo do campeão, mas que em determinado momento se cansou.
“Era o meu intuito naquele momento que, para a harmonia da equipe, a gente fosse amigo. A amizade acontecia mais por culpa minha porque eu fazia questão de aprender com o grande campeão que foi o Schumacher. Quando vi que a situação era só minha, chegou um momento que pensei: ´Vale a pena ter todos os campeonatos que ele tem da maneira como ele faz?´...Vi que não valia a pena ter sete títulos mundiais, mas ser lembrado por pancadas e coisas ruins. Eu vou ser lembrado por coisas boas. Aconteceram vários erros na minha vida, mas eu vou ser lembrado por aquela cara de guerreiro.”
Apesar da tudo, o hoje piloto da Indy ainda salienta alguns bons momentos com o alemão e não deixa de fazer elogios. Conta que ele foi cordial no momento em que Barrichello estava próximo de deixar a F-1.
“Ele é muito, muito profissional. Mas um cara que, no dia a dia, ainda vai ter que vivenciar muito para aprender a ser mais cordial. Mas eu me lembro bem de que, indo para minha última prova, ele disse: ´Espero que o seu futuro não esteja sendo decidido por pessoas que pensam só no dinheiro´. Ou seja, ele desejava que eu pudesse continuar ali. Foi legal esse momento.”
ALONSO: “MASSA É UM DOS MELHORES PILOTOS DO MUNDO”
Inter confirma renovação com D'Alessandro e Guiñazu
"A assinatura das renovações deverão ocorrer nesta quinta-feira ou sexta-feira. O Guiñazu só não assinou porque deu um erro de digitação e está sendo feito um novo contrato", disse o diretor executivo de futebol do Inter Newton Drumonnd.
O meia D'alessandro já manifestou o desejo de permanecer no Inter e só voltar para a Argentina quando for encerrar a carreira, no River Plate, clube onde começou a jogar.
"Eu sei que vou voltar ao River, isto eu sei, já falei que o meu desejo é acabar a minha carreira onde eu me criei, no clube que me deu tudo quando eu não tinha nada. O meu presente está aqui no Inter, tem que acontecer alguma coisa muito estranha para eu não permanecer aqui no Inter. O importante é que, tanto eu quanto o clube, temos muita vontade de permanecer trabalhando juntos", disse o meia colorado D'Alessandro.
Rubinho supera Massa e conquista o prêmio principal no Capacete de Ouro
Rubinho subiu ao palco para receber o prêmio e comemorou muito a escolha. Massa, por sua vez, não pôde comparecer no evento por causa de atividades programadas pela Ferrari, como a festa de Natal da equipe, realizada no último domingo na fábrica em Maranello. Titônio, pai do piloto, recebeu o Capacete de Prata representando seu filho, que apareceu no telão em um vídeo gravado.
Antes do encerramento da cerimônia, Barrichello recebeu mais uma homenagem, desta vez por causa dos 300 GPs na Fórmula 1, marca alcançada no GP da Bélgica deste ano. O guitarrista Kiko Loureiro, da banda Angra, fez uma performance. Com a guitarra, ele imitou o som de um carro de Fórmula 1, com imagens da câmera onboard do brasileiro no telão.
Confira os vencedores de todas as categorias do Capacete de Ouro 2010:
Fórmula 1: Rubens Barrichello
Top: Hélio Castroneves
Internacional: Cesar Ramos
Nacional: Max Wilson
Trofeo Linea: Cacá Bueno
Formula Futuro: Nicolas Costa
GT Brasil: Valdeno Brito e Matheus Stumpf
Porsche GT3: Alexandre Barros
Turismo: Patrick Gonçalves
Truck: Felipe Giaffone
Fórmula: Yann Cunha
Rali: Ulysses Bertholdo e Eduardo Silva
Off Road: Jean Azevedo e Emerson Cavassin
Kart: Jonathan Louis
Revelação: Gabriel Sereia
Novos Talentos: Felipe Fraga
Barrichello dedica vitória ao amigo Massa
Após conseguir a centésima vitória do Brasil na Fórmula 1 em Valência, Rubens Barrichello dedicou o triunfo ao amigo Felipe Massa, que se recupera do forte acidente no treino classificatório para o GP da Hungria. O brasileiro correu com um capacete especial nesta prova.
- Quero agradecer a todos os que me apoiaram. Esta vitória é dedicada a todos no Brasil, mas especialmente para meu grande amigo Felipe Massa. Espero que ele volte a correr logo - diz Barrichello.
Barrichello também agradeceu ao trabalho da equipe, que o deixou em condições de superar as McLarens de Lewis Hamilton e Heikki Kovalainen após os pit stops.
- Meu engenheiro Jock (Clear) foi ótimo, ele realmente me deu força e me ajudou a manter o ritmo. A equipe fez um grande trabalho, com dois pit stops excelentes. Mesmo mais pesado que as McLarens, sabia que eu precisava forçar muito durante toda a corrida.
Barrichello mostra capacete especial: "Felipe - see you on track soon" (Felipe, vejo você na pista em breve)
Grã-Bretanha pode ficar sem GP da F1 em 2010
- Se a obra em Donington não for concluída a tempo, ficaremos felizes em saltar um ano - disse ele ao jornal Times. - Não quero perder o Grande Prêmio da Grã-Bretanha, essa é a última coisa que queremos, mas com certeza não iremos a Silverstone. - completou.
De acordo com o jornal, Ecclestone considerou "muito boa" a reunião que teve com Simon Gillett, executivo-chefe da empresa que opera o circuito.
Os donos de Donington foram à Justiça pleitear de Gillett o equivalente a 3,75 milhões de dólares em aluguéis atrasados e multas. O circuito precisa de reformas consideráveis para poder substituir Silverstone a partir deste ano.
jbonline
Vettel ainda espera pelo troféu da vitória em Xangai
Site oficial de Rubens Barrichello é invadido por 'hackers' após corrida
Após o GP do Bahrein, onde chegou na quinta posição, o site de Rubens Barrichello foi invadido por hackers, que retiraram sua página inicial do ar. Em seu lugar, eles colocaram uma charge pejorativa, que retrata o piloto como uma tartaruga, relembrando seus tempos de Ferrari.
O brasileiro não vive uma boa fase na temporada. Correndo pela Brawn GP, a sensação nas quatro primeiras provas do ano, ele foi sistematicamente superado por Jenson Button, seu companheiro de equipe. O inglês, com três vitórias, é o líder do campeonato. Barrichello está 12 pontos atrás, sem nenhum triunfo em 2009.
Alguns torcedores estão insatisfeitos com o desempenho do brasileiro, o que pode ter causado o lamentável ato de vandalismo digital. A versão original do site oficial de Rubens Barrichello - www.barrichello.com.br - já foi restaurada.
globo
Pressão na Vila preocupa o Corinthians: 'É um caldeirão', diz Alessandro
Quem faz o alerta é o lateral-direito Alessandro. O jogador defendeu o Peixe em 2003, durante a Libertadores, e sabe como o local pode ajudar o Alvinegro praiano. Além disso, acredita que o Timão não pode se descuidar.
- O estádio é menor, é um caldeirão. As arquibancadas são mais próximas. Será uma situação em que a equipe terá de estar preparada, mostrar personalidade para enfrentar.
Para o técnico Mano Menezes, a grande preocupação é com a influência da torcida principalmente sobre a arbitragem. Serão mais de 16 mil santistas empurrando o time dirigido por Vágner Mancini na tentativa de inverter a vantagem do Timão.
globo
Trulli larga na pole no Bahrein; Barrichello é 6º e Massa, 8º
Em sua terceira pole na carreira, Trulli teve problemas com os freios. "Estava com dificuldades, pois o pedal estava desregulado e não conseguia brecar da maneira que queria", disse.
Os brasileiros não foram tão bem. Com a Brawn enfrentando problemas para lidar com o calor do deserto, Rubens Barrichello larga na sexta posição. Seu companheiro, e líder do Mundial, Jenson Button, sai em quarto - ele foi pole nas duas primeiras provas do ano. Atrás também de Sebastian Vettel, que venceu na China e será o terceiro no Bahrein, os pilotos da Brawn admitem que perderam rendimento em relação a Toyota e Red Bull.
"Sofremos em relação ao grid inteiro e não temos o ritmo que tivemos nas duas primeiras corridas. Será uma prova dura amanhã, não uma caminhada no parque", admite Button.
Felipe Massa chegou a andar em segundo lugar pela manhã, mas voltou a ter problemas. Ele será o oitavo no grid, com muito esforço. O brasileiro só passou ao Q3, que define a pole position, com o nono tempo entre os dez classificados. Na última parte do treino, evoluiu e conseguiu ser melhor do que Kimi Räikkönen. O desempenho da dupla, porém, comprova que, ao contrário da McLaren, a Ferrari segue distante dos líderes.
Lewis Hamilton vai largar em quinto lugar, mostrando que o novo difusor da equipe inglesa, que estreia no Bahrein, deu resultado. "Este é um resultado de todo trabalho da equipe. O carro está muito melhor este fim de semana, apesar de não termos feito muitas atualizações", contou.
A grande surpresa da primeira parte da classificação foi o australiano Mark Webber. Após a dobradinha, na China, com Vettel, ele não conseguiu se classificar entre os 15 primeiros. E o pior. Vettel, que venceu na China, deixou o Q1 com o melhor tempo. Além de Webber, também pararam na primeira parte as duplas da Toro Rosso, Sebastien Buemi (17º) e Sebastien Bourdais (20º), e da Force India, Adrian Sutil (16º) e Giancarlo Fisichella (18º).
| 1º Jarno Trulli (ITA/Toyota) 1min33s431 |
|---|
| 2º Timo Glock (ALE/Toyota) 1min33s712 |
| 3º S. Vettel (ALE/Red Bull) 1min34s015 |
| 4º Jenson Button (ING/Brawn) 1min34s044 |
| 5º L. Hamilton (ING/McLaren) 1min34s196 |
| 6º R. Barrichello (BRA/Brawn) 1min34s239 |
| 7º F. Alonso (ESP/Renault) 1min34s578 |
| 8º Felipe Massa (BRA/Ferrari) 1min34s818 |
| 9º Nico Rosberg (ALE/Williams) 1min35s134 |
| 10º Kimi Räikkönen (FIN/Ferrari) 1min35s380 |
| 15º N. Piquet (BRA/Renault) 1min33s941 |
Com muita chuva na China, Vettel vence a segunda corrida da carreira
Com um excepcional desempenho na pista molhada, Sebastian Vettel dominou o GP da China e conseguiu a segunda vitória de sua carreira na Fórmula 1. De quebra, o alemão ainda colocou a RBR no rol das equipes com triunfos e liderou a dobradinha com Mark Webber na segunda posição. A Brawn GP não foi páreo para o time austríaco e terminou a prova em terceiro, com Jenson Button, e quarto, com Rubens Barrichello.
As condições da vitória de Vettel se assemelharam muito às de sua primeira, no ano passado, na Itália. Na época, o alemão corria na STR e a prova também teve muita chuva. Ele dominou a corrida desde o início e sequer foi ameaçado na prova em Monza. Em ambas as ocasiões, o piloto marcou a pole position e teve muita facilidade durante a prova.
A Ferrari, mais uma vez, decepcionou. A equipe não marcou pontos de novo, seu pior início de campeonato desde 1981, quando Gilles Villeneuve e Didier Pironi abandonaram as três primeiras corridas. Felipe Massa estava em terceiro lugar, quando seu motor apagou na reta oposta por causa de um problema eletrônico. Ele foi forçado a abandonar na 20ª volta. Kimi Raikkonen, seu companheiro, ficou em décimo, mas foi ultrapassado seis vezes (quatro por Lewis Hamilton) durante a corrida em Xangai.
Heikki Kovalainen, que não tinha completado sequer uma volta na temporada, fez uma corrida regular e conseguiu a quinta posição, um posto à frente de Lewis Hamilton, seu companheiro na McLaren. O inglês, atual campeão do mundo, cometeu vários erros e foi superado pelo finlandês em uma destas falhas.
Timo Glock, que perdeu cinco posições no grid por trocar o câmbio e optou por largar dos boxes, ficou em sétimo lugar com a Toyota. O alemão teve algumas rodadas durante a corrida, precisou colocar uma asa dianteira nova, mas acabou beneficiado pelo acidente do compatriota Adrian Sutil, da Force India, a seis voltas do fim, quando estava em sexto.
Sebastien Buemi, da STR, completou a lista de pilotos na zona de pontuação. O suíço chegou a andar na quarta posição, mas cometeu um erro primário durante a segunda entrada do safety car, por causa do acidente entre Jarno Trulli, da Toyota, e Robert Kubica, da BMW Sauber. Ele acertou o pneu traseiro direito do líder Sebastian Vettel e precisou trocar o bico, perdendo muitas posições.
A quarta etapa do Mundial de Fórmula 1 será o GP do Bahrein, no próximo fim de semana. Jenson Button, da Brawn GP, continua na liderança do campeonato, com 21 pontos, seis à frente do companheiro Rubens Barrichello. O alemão Sebastian Vettel, vencedor na China, assumiu o terceiro posto, com dez, empatado com o compatriota Timo Glock, mas ganhando nos critérios de desempate.
Com a chuva forte que começou a cair antes dos preparativos para o grid, a corrida começou com o safety car na pista, por motivos de segurança. Ele ficou por oito voltas na frente do pelotão, enquanto os pilotos das posições intermediárias reclamavam bastante de poças d'água no asfalto e do forte spray vindo dos carros da frente.
Este início foi uma notícia ruim para Fernando Alonso, que largava em segundo após se classificar com pouquíssima carga de combustível. Com a estratégia estragada, a Renault optou por trazer o espanhol aos boxes no fim da entrada do safety car. Quando a corrida finalmente começou, a RBR já tinha seus dois pilotos nas duas primeiras posições, com Vettel em primeiro e Webber em segundo.
Na largada em movimento, Vettel e Webber mantiveram a ponta, mas Barrichello caiu para quarto na 10ª volta, ao escapar na última curva. Com isso, Jenson Button assumiria o terceiro lugar. Na hora dos pit stops programados, quatro passagens depois, o alemão da RBR tinha uma vantagem de seis segundos para o companheiro e de 14 para o inglês da Brawn GP.
Os carros da Brawn GP tinham mais combustível que os da RBR, mas não tiveram ritmo para capitalizar com a segunda entrada do safety car, na 18ª volta, por causa do acidente entre Robert Kubica, da BMW Sauber, e Jarno Trulli, da Toyota. O polonês atropelou o italiano, que teve de abandonar a prova com a asa traseira danificada. Ele continuou, mas teve problemas com a parte dianteira de seu BMW, que parecia solta.
Durante o safety car, Vettel tomou um susto quando Buemi acertou seu pneu traseiro direito. O carro da RBR escapou sem arranhões, enquanto o suíço da STR teve de trocar a asa dianteira. Na relargada, Button se manteve entre as duas RBR após seu pit stop, mas não acompanhou o ritmo do líder da corrida. Então, Webber começou a pressionar o líder do campeonato e conseguiu a ultrapassagem na 28ª volta.
O australiano ainda cometeu um erro três voltas depois e perdeu a posição novamente, mas a recuperou em seguida, por fora, na curva 7. Vettel, na liderança, fez sua última parada cinco voltas antes de Button e voltou logo atrás da Brawn. O alemão ultrapassou o rival com facilidade no hairpin, durante a 40ª volta.
Após sua segunda parada, Button manteve a terceira posição, enquanto Barrichello marcava a melhor volta com a pista secando. Após o pit stop, o brasileiro se estabilizou na quarta posição, apesar da pressão final feita por Heikki Kovalainen, da McLaren.
Piloto | Equipe | Tempo | |
|---|---|---|---|
| 1 | S. Vettel (ALE) | RBR | 56 voltas em 1h57m43s485 |
| 2 | M. Webber (AUS) | RBR | a 10s970 |
| 3 | J. Button (ING) | Brawn | a 44s975 |
| 4 | R. Barrichello (BRA) | Brawn | a 1m03s704 |
| 5 | H. Kovalainen (FIN) | McLaren | a 1m05s102 |
| 6 | L. Hamilton (ING) | McLaren | a 1m11s866 |
| 7 | T. Glock (ALE) | Toyota | a 1m14s476 |
| 8 | S. Buemi (SUI) | STR | a 1m16s439 |
| 9 | F. Alonso (ESP) | Renault | a 1m24s309 |
| 10 | N. Heidfeld (ALE) | BMW Sauber | a 1m31s750 |
| 11 | S. Bourdais (FRA) | STR | a 1m34s156 |
| 12 | K. Raikkonen (FIN) | Ferrari | a 1m35s834 |
| 13 | R. Kubica (POL) | BMW Sauber | a 1m46s853 |
| 14 | G. Fisichella (ITA) | Force India | a 1 volta |
| 15 | N. Rosberg (ALE) | Williams | a 1 volta |
| 16 | N. Piquet (BRA) | Renault | a 2 voltas |
| 17 | A. Sutil (ALE) | Force India | a 6 voltas/acidente |
| 18 | K. Nakajima (JAP) | Williams | a 12 voltas/rodada |
| 19 | F. Massa (BRA) | Ferrari | a 36 voltas/eletrônica |
| 20 | J. Trulli (ITA) | Toyota | a 38 voltas/acidente |
Após domínio à tarde, Jenson Button é o melhor de sexta na China
A curiosidade desta sexta-feira no circuito de Xangai é que os tempos da tarde foram muito melhores que os da manhã. Como a pista chinesa é pouco usada durante o ano e o asfalto é muito abrasivo, as equipes deixaram para avaliar os pneus supermacios, com mais velocidade e menor durabilidade, no segundo treino livre. O resultado foi a melhoria das voltas de todos os pilotos.
Lewis Hamilton, que usa o novo difusor da McLaren e tinha sido o melhor no primeiro treino livre, não conseguiu repetir o bom desempenho e ficou apenas na 13ª posição, 1s262 mais lento que o compatriota Jenson Button. O inglês foi superado até por seu companheiro Heikki Kovalainen, que não usa as inovações desenvolvidas pela equipe para o MP4/24. O finlandês marcou o nono melhor tempo da sessão vespertina em Xangai.
O australiano Mark Webber, da RBR, superou mais uma vez a revelação Sebastian Vettel, seu companheiro, e marcou o quarto tempo. O alemão ficou em quinto, com apenas 62 milésimos separando os dois. O italiano Jarno Trulli, da Toyota, que homenageia neste fim de semana as vítimas do terremoto em Abruzzo, na Itália, ficou com a sexta posição no segundo treino.
A Ferrari não melhorou em relação ao primeiro treino e continua com dificuldades. Com um novo pacote aerodinâmico e sem usar o Sistema de Recuperação de Energia Cinética (Kers), Kimi Raikkonen e Felipe Massa continuaram atrás. O brasileiro marcou apenas o 12º tempo e o finlandês, o 15º. Ambos foram mais de um segundo pior que o inglês Jenson Button.
Nelsinho Piquet, da Renault, evoluiu em relação ao primeiro treino livre, e terminou na 16ª posição. Apesar de ainda estar atrás, o brasileiro ficou à frente de Fernando Alonso, seu companheiro de equipe, o 19º e penúltimo colocado na na segunda sessão na China.
O SporTV transmite o terceiro treino livre para o GP da China no sábado, à meia-noite (horário de Brasília), com narração de Lucas Pereira e comentários de Lito Cavalcanti. A Rede Globo passa o treino classificatório no sábado, às 3h, e a corrida, no domingo, às 4h, com narração de Galvão Bueno, comentários de Reginaldo Leme e Luciano Burti, e reportagens de Mariana Becker. O GLOBOESPORTE.COM acompanha, em Tempo Real, a luta pela pole e as 56 voltas da prova.
Confira os melhores tempos da sexta-feira em Xangai:
1 - Jenson Button (ING/Brawn-Mercedes) - 1m35s679 (53 voltas)
2 - Nico Rosberg (ALE/Williams-Toyota) - 1m35s704 (60)
3 - Rubens Barrichello (BRA/Brawn-Mercedes) - 1m35s881 (54)
4 - Mark Webber (AUS/RBR-Renault) - 1m36s105 (52)
5 - Sebastian Vettel (ALE/RBR-Renault) - 1m36s167 (42)
6 - Jarno Trulli (ITA/Toyota) - 1m36s217 (61)
7 - Kazuki Nakajima (JAP/Williams-Toyota) - 1m36s377 (57)
8 - Timo Glock (ALE/Toyota) - 1m36s548 (61)
9 - Heikki Kovalainen (FIN/McLaren-Mercedes) - 1m36s674 (57)
10 - Sebastien Bourdais (FRA/STR-Ferrari) - 1m36s800 (58)
11 - Adrian Sutil (ALE/Force India-Mercedes) - 1m36s829 (48)
12 - Felipe Massa (BRA/Ferrari) - 1m36s847 (54)
13 - Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes) - 1m36s941 (50)
14 - Kimi Raikkonen (FIN/Ferrari) - 1m37s054 (56)
15 - Sebastien Buemi (SUI/STR-Ferrari) - 1m37s219 (60)
16 - Nelsinho Piquet (BRA/Renault) - 1m37s273 (56)
17 - Robert Kubica (POL/BMW Sauber) - 1m37s491 (52)
18 - Nick Heidfeld (ALE/BMW Sauber) - 1m37s544 (49)
19 - Fernando Alonso (ESP/Renault) - 1m37s638 (47)
20 - Giancarlo Fisichella (ITA/Force India-Mercedes) - 1m37s750 (50)
Ron Dennis anuncia saída definitiva da Fórmula 1
Agora, nesta quinta, o inglês divulgou o seu afastamento definitivo das operações de Fórmula 1. Ele ficará na companhia, assumindo um cargo na linha de carros esportivos que a McLaren pretende lançar em 2011. Whitmarsh acumulará os cargos de chefão e chefe-executivo da equipe de Fórmula 1.
Dennis foi chefe da McLaren por 28 anos e tinha também parte das ações da equipe. Com ele, a McLaren tornou-se uma das maiores potências da história da Fórmula 1, conquistou sete de seus oito títulos de construtores e fez 10 vezes o piloto campeão da temporada.
Sob o comando do dirigente, a equipe inglesa celebrou as conquistas de Niki Lauda (1984), Alain Prost (1985, 1986 e 1989), Ayrton Senna (1988, 1990 e 1991), Mika Hakkinen (1998 e 1999) e Lewis Hamilton (2008).
Porém, nos últimos anos, Dennis enfrentou uma série de escândalos com a McLaren. Em 2007, ele foi acusado de participar do ato de espionagem feito aos carros da Ferrari, mas posteriormente uma investigação mostrou que ele não tinha envolvimento direto, porém a McLaren teve cassada o título de construtores.
No ano passado, o dirigente pôde celebrar o título de Hamilton, piloto em que fez um investimento pessoal nos anos 1990 e viu tornar-se o mais jovem piloto a vencer a Fórmula 1. Entretanto, em 2009, a polêmica envolvendo o atual campeão manchou mais a imagem de Dennis. Hamilton admitiu ter mentido aos comissários do GP da Austrália sobre seu incidente com Jarno Trulli, após receber instrução de Dave Ryan, então diretor esportivo da equipe, que acabou demitido pelo escândalo.
Nos bastidores, cogita-se que a saída de Dennis da Fórmula 1 faz parte de uma estratégia para evitar uma punição maior a Hamilton, já que a FIA divulgou que pode até excluir o inglês da temporada em virtude do escândalo em Melbourne. Questionado sobre os motivos da demissão, Dennis foi sucinto. "Ninguém me pediu para fazer isso. Foi uma decisão minha", disse em entrevista coletiva.
"Assisti ao GP da Austrália como encarregado da McLaren e foi uma sensação estranha. Na corrida seguinte (GP da Malásia), eu vi pela televisão no Reino Unido e esperava que fosse traumático após tanto tempo seguido nos GPs. Não é fácil", revelou Dennis.
O dirigente aproveitou para explicar a nova linha que será lançada em 2011. "A McLaren desenvolveu nos últimos dois anos um programa para fazer uma linha de automóveis esportivos. Como parte deste plano, esta equipe se tornará independente do grupo e está programado um investimento de 250 milhões de libras (cerca de R$ 815,6 milhões) para uma nova fábrica de produção de carros, o que originará 800 postos de trabalho", destacou.
FIA considera legais os difusores de Brawn, Williams e Toyota
Em comunicado, a FIA diz que decidiu rejeitar as apelações baseando-se nos argumentos ouvidos e evidenciados que provam que os carros em questão cumprem as regras da categoria.
Com o tão aguardado veredicto, o piloto britânico da Brawn GP Jenson Button foi confirmado como o líder do Mundial, depois de vencer as duas primeiras corridas da temporada na Austrália e na Malásia. O brasileiro Rubens Barrichello, também da Brawn, tem confirmada sua vice-liderança no Mundial, com 10 pontos, cinco a menos que Button.
A decisão foi anunciada depois que um painel de cinco juízes da Corte de Apelação da FIA ouviu na terça-feira as alegações contra os difusores, visíveis na parte posterior dos carros. O objetivo da peça é fazer o ar circular e dar mais aderência ao carro.
Renault, Red Bull e Ferrari alegavam que as três equipes questionadas haviam interpretado de maneira errada o novo regulamento sobre aerodinâmica ao utilizar os difusores, apesar de a FIA ter considerado os dispositivos legais em um questionamento antes do início da temporada 2009.
Enquanto o futuro do ítem era decidido nos tribunais, dentro da pista as corridas a Fórmula 1 vivem um de seus melhores começos de temporada nos últimos anos. As corridas estão bem mais emocionantes. As mudanças aerodinâmicas e o Sistema de Recuperação de Energia Cinética (Kers) estão surtindo efeito e o público tem visto muitas ultrapassagens ao longo das corridas.
