
Ou Carlos Eduardo, ou Amoroso. Na análise de Mano Menezes, os dois jogadores não têm características para dividir espaço no ataque de um time, e por isso ele dispensou o ex-atacante do São Paulo, campeão mundial em 2005. No balanço do custo-benefício, não valia a pena manter o jogador no elenco gremista, segundo análise do treinador.
- Encerrada a Libertadores, fizemos uma reavaliação do que cada jogador estava produzindo. O Amoroso é segundo atacante, a mesma função que é do Carlos Eduardo. Diante da necessidade que temos de fazer alguns investimentos, a diretoria e o jogador decidiram não seguir com o contrato, até por respeito ao atleta - afirma o treinador.
Amoroso foi considerado a grande contratação do Grêmio para a Libertadores, mas não conseguiu render o esperado. Ele deixou o Olímpico na segunda-feira sem dar declarações. O jogador não marcou gols com a camisa tricolor.
FONTE: GLOBO

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