Um dia antes de completar três meses de salários atrasados, jogadores e funcionários do Atlético-MG receberam, nesta quinta-feira, o pagamento referente a agosto e setembro, de acordo com informação da assessoria de imprensa atleticana. Como o clube fixou o dia 20 para quitar a folha, a de outubro possivelmente será paga em 20 de novembro.
A assessoria de imprensa não soube, no entanto, informar a origem dos recursos para pagar os salários. Contudo, na última sexta-feira, o recém-eleito presidente, Alexandre Kalil, disse que iria recorrer ao Clube dos 13 para conseguir o dinheiro.
O dirigente participou de reunião do Clube dos 13 na terça-feira passada, em São Paulo. Porém, Kalil não informou publicamente se obteve junto à entidade os recursos. Somente a folha de pagamento do time profissional do Atlético gira em torno de R$ 1,2 milhão.
Desde a renúncia do presidente Ziza Valadares, em 18 de setembro, e de seus quatro vice-presidentes, posteriormente, o Atlético começou a passar por problemas financeiros. Até a eleição de Alexandre Kalil, em 30 de outubro, o clube mineiro era comandado pelo Conselho Deliberativo, sob as figuras do presidente João Batista Ardizoni, que se licenciou por problemas particulares, e do vice Antônio Silva Passos.
Se o Atlético deixasse completar três meses de salários atrasados, nesta sexta-feira 7, o clube corria o risco de perder atletas. Amparados pela Lei Pelé, os jogadores podem acionar a Justiça do Trabalho para pedir a rescisão contratual.
uol
A assessoria de imprensa não soube, no entanto, informar a origem dos recursos para pagar os salários. Contudo, na última sexta-feira, o recém-eleito presidente, Alexandre Kalil, disse que iria recorrer ao Clube dos 13 para conseguir o dinheiro.
O dirigente participou de reunião do Clube dos 13 na terça-feira passada, em São Paulo. Porém, Kalil não informou publicamente se obteve junto à entidade os recursos. Somente a folha de pagamento do time profissional do Atlético gira em torno de R$ 1,2 milhão.
Desde a renúncia do presidente Ziza Valadares, em 18 de setembro, e de seus quatro vice-presidentes, posteriormente, o Atlético começou a passar por problemas financeiros. Até a eleição de Alexandre Kalil, em 30 de outubro, o clube mineiro era comandado pelo Conselho Deliberativo, sob as figuras do presidente João Batista Ardizoni, que se licenciou por problemas particulares, e do vice Antônio Silva Passos.
Se o Atlético deixasse completar três meses de salários atrasados, nesta sexta-feira 7, o clube corria o risco de perder atletas. Amparados pela Lei Pelé, os jogadores podem acionar a Justiça do Trabalho para pedir a rescisão contratual.
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