A Coreia do Norte acusou a rival Coreia do Sul de envenenar os seus jogadores antes do confronto entre as seleções pelas eliminatórias asiáticas para a Copa do Mundo. A Federação de Futebol do país apontou a alegada intoxicação alimentar como um plano do presidente sul-coreano Lee Myung-bak e quer que a Fifa investigue o caso.
O jogo foi disputado em Seul e terminou em 1 a 0 para os donos da casa, com um gol nos momentos finais do confronto. O técnico norte-coreano, Kim Jong Hun, levantou a questão após a partida, disputada no dia 1º de abril. "Foi, sem margem de dúvidas, um ato deliberado de intoxicação", disse uma fonte da Coreia do Norte.
Antes da partida, Kim Jong Hun pediu para o confronto ser adiado ou disputado em local neutro, após alegar que três de seus jogadores tiveram intoxicação alimentar. No entanto, a Fifa rejeitou o pedido. A Federação de Futebol da Coreia do Sul disse que um médico examinou os atletas e que nenhum problema grave havia sido encontrado.
"A Coreia do Sul só é responsável pela segurança do jogo e pelo estádio. Portanto, não podemos comentar sobre assuntos fora desse âmbito", disse Lee Won-Jae, chefe do departamento de relações públicas da Federação sul-coreana. A Coreia do Norte também reclamou das decisões do árbitro durante a partida.
O jogo foi disputado em meio a uma rivalidade política cada vez maior entre as nações. Com a vitória sobre os rivais, a Coreia do Sul chegou aos 11 pontos no grupo 2 das eliminatórias e ultrapassou a rival do Norte, que ficou com dez.
A situação da chave é embolada, já que a Arábia Saudita está empatada com os norte-coreanos em número de pontos. Somente as duas primeiras seleções se classificam automaticamente para a Copa do Mundo.
uol
O jogo foi disputado em Seul e terminou em 1 a 0 para os donos da casa, com um gol nos momentos finais do confronto. O técnico norte-coreano, Kim Jong Hun, levantou a questão após a partida, disputada no dia 1º de abril. "Foi, sem margem de dúvidas, um ato deliberado de intoxicação", disse uma fonte da Coreia do Norte.
Antes da partida, Kim Jong Hun pediu para o confronto ser adiado ou disputado em local neutro, após alegar que três de seus jogadores tiveram intoxicação alimentar. No entanto, a Fifa rejeitou o pedido. A Federação de Futebol da Coreia do Sul disse que um médico examinou os atletas e que nenhum problema grave havia sido encontrado.
"A Coreia do Sul só é responsável pela segurança do jogo e pelo estádio. Portanto, não podemos comentar sobre assuntos fora desse âmbito", disse Lee Won-Jae, chefe do departamento de relações públicas da Federação sul-coreana. A Coreia do Norte também reclamou das decisões do árbitro durante a partida.
O jogo foi disputado em meio a uma rivalidade política cada vez maior entre as nações. Com a vitória sobre os rivais, a Coreia do Sul chegou aos 11 pontos no grupo 2 das eliminatórias e ultrapassou a rival do Norte, que ficou com dez.
A situação da chave é embolada, já que a Arábia Saudita está empatada com os norte-coreanos em número de pontos. Somente as duas primeiras seleções se classificam automaticamente para a Copa do Mundo.
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