O Green Point, estádio mais caro da Copa que custou cerca de R$ 1 bilhão, impressiona pela beleza externa e por estar muito bem localizado na Cidade do Cabo, mas seu gramado não fica atrás.
A Folha visitou as dependências do Green Point enquanto o gramado recebia doses de luz artificial que simulam os raios solares.
O gramado não tem visto o sol e, por isso, a grama tem sido "abastecida" dessa forma.
| Rodrigo Bueno/Folhapress | ||
| Dependências do Green Point, enquanto o gramado recebia luz artificial |
Enquanto dois profissionais usavam cortador de grama para aparar o "tapete" do Green Point, um outro funcionário media a temperatura da grama.
Muitas arenas modernas estrearam com gramados horríveis, que se soltavam. Isso parece que não vai acontecer no segundo principal palco da Copa.
De fato, o gramado parece uma "mesa de sinuca", sem ondulações e completamente verde, sem falhas.
Ele não é totalmente plano, pois há um ligeiro declive na direção das laterais do campo para facilitar a drenagem quando chover.
As bandeiras de França e Uruguai, que jogarão no dia 11 no estádio, já estão colocadas no alto do Green Point.
Há dois telões no estádio, não exatamente atrás dos gols, mais precisamente atrás de duas bandeirinhas de escanteio.
| Rodrigo Bueno/Folhapress | ||
| Green Point impressiona pela beleza |
| Rodrigo Bueno/Folhapress | ||
| O gramado ''mesa de sinuca'' folhaonline |

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